sábado, 17 de fevereiro de 2018

CORTE DE ORELHAS - SUA IMPORTÂNCIA NA RAÇA DOGO


Que o bem possa sempre vencer o mal.
Que possa nos dar a proteção e força 
que tanto buscamos para enfrentar os desafios pelos quais passamos.


Do ponto de vista funcional na Raça Dogo Argentino e do sanitário, ele concede ao animal uma série de benefícios que, em nenhum caso, foram levados em consideração ao redigir a atual proibição que vigora em vários países, e isso remove completamente essa prática de qualquer atividade que possa ser considerada abuso de animais.



Em primeiro lugar, é conveniente lembrar que todos os canídeos selvagens têm orelhas eretas, porque esta condição proporciona vantagens fisiológicas sobre as orelhas caídas, como melhor capacidade de audição, melhor ventilação da aurícular, menor risco de infestação por diferentes tipos de parasitas , porque as condições de temperatura e umidade são menos favoráveis ​​e menor risco de ferimentos por lesões, lágrimas, feridas, etc. A natureza é dotada de canídeos selvagens, sem exceção, de orelhas eretas: lobos, chacais, raposas, licaones, Dolly, Dingo etc., etc. Além do fato de que todas as raças de cães que conhecemos descem do lobo, cujas orelhas são eretas e de tamanho pequeno.




No caso de cães domésticos, caninos selecionados ao longo dos séculos, direta ou indiretamente pelo homem, há em muitas raças a condição física de ter orelhas caídas. Tradicionalmente e desde a antiguidade, devido às melhorias funcionais e sanitárias que isso implica, o corte  sempre foi praticado em algumas dessas raças, especialmente as dedicadas à guarda, proteção, presas ou caça. E aqui a aplicação direta ao nosso Dogo cujo a função de caça grande ainda é praticada é de grande importância.




Do ponto de vista cirúrgico, o corte das orelhas ou otoplastia consiste em cirurgia menor, simples e sem risco para o animal, com pós-operatório sem complicações e, em qualquer caso, é uma cirurgia de risco muito menor que a ovario-histerectomia em mulheres ou castração em machos, cirurgias muito mais invasivas e operações pós-operatórias mais complicadas realizadas em cães, gatos, cavalos e outros animais, entre outras circunstâncias, para esterilizar, muitas vezes devido a necessidades humano e não estritamente sanitário. 



Este tipo de cirurgia é muito mais invasivo e perigoso para os animais são totalmente permitidos e, em nenhum caso, são considerados maus tratos aos animais, o risco é muito maior que uma otoplastia e também envolve uma modificação fisiológica no nível reprodutivo e hormonal, afetando Além da capacidade reprodutiva do espécime, o desenvolvimento normal do comportamento e importantes modificações metabólicas para a vida, aumentando o risco de sofrer distúrbios ou doenças como a obesidade. Portanto, se esse tipo de prática cirúrgica não é considerado abuso contra animais, a otoplastia, com muito mais razão, não deve ser considerada como tal.

Com o corte das orelhas, a capacidade auditiva de nossos cães aumenta, devido ao fato de que o pino auditivo é removido da aba que o cobre quando as orelhas caírem. Diminui significativamente o risco de doenças bacterianas como otite aguda e crônica, doenças que ocorrem principalmente devido à falta de ventilação e aumento da umidade, cera, etc., em cães com orelhas caídas. Devemos ter em mente que nosso cão presa, como um animal rústico, geralmente vive em áreas rurais em vez de na cidade, onde o risco de contrair qualquer tipo de doença bacteriana, devido às condições de vida, é maior nesses circunstâncias.




Ao mesmo tempo, com o corte das orelhas, o risco de infestações por diferentes parasitas, especialmente pulgas, carrapatos e ácaros, diminui significativamente, uma vez que as condições no pavilhão auditivo são mais propícias para habitação. A experiência também nos mostra que a orelha cutânea sofre muito menos diante do ataque persistente de insetos, como as moscas, que no verão e nas áreas rurais podem se tornar um grande aborrecimento para aqueles animais com orelhas compridas.




Com o corte das orelhas, o risco de lesões ou lesões nesse nível é reduzido por ganchos em arbustos espinhosos, ou por qualquer outro motivo que tenha a ver com a vida diária dos espécimes nas áreas rurais ou no exercício de sua função como cães. de vigilância, proteção e guarda.

No Dogo Argentino por ser uma região altamente vascularizada um corte de maior amplitude na orelha implica em séria hemorragia cuja o controle é bastante dificil no meio de campo. O que pode comprometer a vida do animal.




Também deve ser especificado que a cirurgia referida (otoplastia) deve ser realizada por profissionais veterinários, nas condições de sedação higiênicas, sanitárias e adequadas, evitando assim qualquer risco ou sofrimento desnecessário para o animal.

O corte das orelhas deve ser uma medida preventiva, não uma medida curativa.

BRAVURA DEL AYAR 
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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

DOGO ARGENTINO - Qual o Preço de um Filhote de Dogo Argentino ?


" QUEM NÃO ENTENDE UMA IMAGEM, TAMPOUCO ENTENDERÁ UM LONGA EXPLICAÇÃO "




QUAL O PREÇO DE UM FILHOTE DE DOGO ? 
Eu posso ir de carro de São Paulo ao Rio de Janeiro de BMW ou FIAT 147. Os dois em teoria chegariam ao seu destino mas com conforto, velocidade, tempo, segurança e prestigio bem destintos ! 
Tudo depende do tipo da qualidade ao qual você esta acostumado ou, que pode pagar ! Não deveria ter segredo nisso...
Agora, não existe um BMW a preço de um FIAT 147 e nem espere num 147 os atributos de uma BMW ! O mesmo vale para filhotes de Dogos. Quando vc compra animais de PROCEDÊNCIA isso tem um valor NÃO medido em preço. 
Piora bastante quando, além de uma procedência , você cria com vacina importada, ração de 1º linha, veterinário de ponta, MATRIZES DE QUALIDADE, COM PEDIGREE VERDADEIRO, anos ou décadas de estudo, noites em claro estudando cruzamentos, as despendiosas exposições, estrutura adequada, incontáveis viagens ao exterior, caçadas, livros, artigos, importando matrizes, errando muito e aprendendo de QUEM REALMENTE SABE o quadro se altera. Porque ao fim , todas essas “ coisas “ te colocam em um contexto muito diferente !!! Ou não ?
Isso tudo implica em quantias não contabilizados nos preços, no entanto, intrisicamente presentes nos VALORES ignorados pela ampla maioria. 
Então : QUAL O PREÇO DE UM FILHOTE DE DOGO ?

BRAVURA DEL AYAR 
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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

DOGO ARGENTINO - VIEJO PERRO DE PELEA CORDOBES, un otra versión


" Evite qualquer briga, mas se for obrigado a entrar numa, que seus enemigos o temam " 

Hoy estuve mirando un post de Buenos Aires que hablaban y debatían sobre el viejo perro de pelea cordobés. 



Lamentablemente hay mucho mito y confusión con respecto al vppc. Muchos piensan que se trataba de una raza específica y estandarizada, mientras que otros creen que se trataba de todo aquel perro mestizo que naciera en Córdoba. Ambas creencias son totalmente erróneas. 


Como nieto y bisnieto de perreros cordobeses que criaron y utilizaron este perro denominado VPPC me considero habilitado a corregir muchos mitos y errores sobre el tema y destacar puntos claves y sumamente importantes sobre este tema, basado en los relatos de mi abuelo Alfaro Gudiño, quien aprendió de su padre José Gudiño.





Primero, el vppc realmente nace a fines de los años 20's y principio de los 30's cuando ingresa el viejo bull terrier blanco original a Córdoba. Aquí ya existía el bulldog inglés puesto que ya habían ingresado a nuestra provincia gracias a empresarios ingleses ( ver historia del ferrocarril de Córdoba y barrio Talleres ), para los ingleses el bulldog éra como la pipa, no había familia inglesa en Argentina sin un bulldog en su casa, y para socializar vendían o obsequiaban cachorros a otras familias y de allí su propagación por casi todo el país.
Que ocurrió, el bulldog inglés era muy aguerrido y toleraba muy bien el dolor, pero se cansaba muy rápido y se ahogaba al prenderse de lleno por sus labios colgantes y osico tan ñato. En cambio el bull terrier disponía de mucho mayor condición física y podía respirar cómodamente mientras prendia gracias a su osico de mayor diametro y labios limpios y tirantes. 




Hay dos hipótesis de por que ocurrió el primer mestizaje entre bulldog inglés y bull terrier. La primer hipótesis es que fue un cruce para obtener un perro de combate con las mejores cualidades de cada raza inspirándose en cómo los ingleses ( la familia Hinks) habían creado el bull terrier mestizando el viejo bull and terrier con el white english terrier y la historia de cómo los ingleses también habían creado el bull and terrier mestizando el bulldog con el old english terrier (patterdale terrier), historias que ingresaron los ingleses junto al bull terrier a nuestro país en aquel entonces.


La otra hipótesis es que a falta de hembras raza bull terrier no tuvieron más remedio que sacar bull terrier de las hembras bulldog y al ver los resultados de tan sólo la primer cruza ya notaron el gran descubrimiento. Otros volvieron a meter bull terrier para intentar obtener bull terrier puros de ese mestizaje pero salieron más robustos y pesados. Los que buscaban obtener bull terrier puros se quedaban siempre con los ejemplares blancos para seguir con ese detalle del bull terrier además de la dentadura con cierre en tijera la cual descubrieron éra más efectiva que el progmatismo del bulldog. Por otro lado los que habían preferido quedarse con la primer cruza sin volver a meter bull terrier eran perreros más partidarios de los perros ñatos y progmaticos, y luego con ejemplares raza boxer alemán que obtuvieron gracias al señor Carlos Paz le metieron boxer a la mescla de bulldog con bull terrier. 



Ya habían quedado dos líneas de mestizaje. Una éra de 75% bull terrier y 25% bulldog inglés, esta línea se mantenía de color blanco o blanco pirata y con osico del largo del cráneo, labios tirantes y mordida en tijera y pesaba unos 27kg aprox, les llamaban a lo lunfardo "Terri de pelea" o "Terri blanco".
La otra línea éra de 50% boxer alemán, 25% bulldog inglés y 25% bull terrier, ésta linea poseía diferentes colores como atigrado, obero, marrón, ballo o blanco y era de osico ñato y mordida con progmatismo a esta linea, pesaban unos 31kg aprox, le llamaban a lo lunfardo "Bulldozer".

 
Ya habiendo pasado un largo tiempo de selecciones de estas dos líneas de perros de pelea cordobeses por separado hubo quienes comenzaron a adquirir de ambas líneas y a mezcladas, quedando un ejemplar con 40% de bull terrier, 35% de boxer alemán y 25% de bulldog inglés, pesando unos 36kg aprox a la cual supieron llamar "Perro de carnicero" debido a que muchos carniceros al disponer de huesos y carne en grandes cantidades podían solventar el gasto de poseer estos perros en grandes números y los perreros más reconocidos con estos perros fueron la gran mayoría carniceros . Es allí cuando realmente nace el perro de pelea cordobes clásico y popular del pueblo, puesto que los otros conocidos como el de los Nores con mastín español eran sólo exclusivos de esa familia y no de fácil adquisición como la última línea mencionada. 



Hubo muchos mestizajes de diferentes familias importantes y acomodadas. Pero la línea que é mencionado su historia "El perro de los carniceros" fue la más popular y adquirida por perreros cordobeses de clase alta, media y baja de esa época (el vppc del pueblo). También quiero resaltar que a diferencia de Antonio y Agustín Nores que remaron otra línea de vppc ( con mastín español, dogo de burdeos y otras razas mas ) que terminó transformándose en el hoy registrado y reconocido mundialmente dogo argentino, Rogelio Nores fue adepto a la línea que é mencionado y fue quien realmente bautizó ése mestizaje como Viejo Perro De Pelea Cordobés, en sus múltiples charlas con perreros y aficionados a las peleas de perros a lo largo del país por cuestiones de su trabajo en la política. 

Los vppc más famosos fueron el Caradura de Rogelio Martínez, el Kuby Malon de mi bisabuelo José Gudiño,el Centauro del Mayor Baldazarre, el Tronco del Gringo Mediott ( el carnicero ), el Tano de Pepe Peña, el Taitú de Don Villafañe, el Roy de Don Deheza, el Tom y el Chino de Oscar Martínez entre otros.


Cuando llega el AMSTAFF a Córdoba varios cordobeses utilizan hembras de estos "perros de carnicero" para meterles machos AMSTAFF y sacar los llamados lunfardamente en ese entonces "Estanford". Prefiriendo los criadores del perro de carnicero pasarse a la raza american staffordshire terrier. Y asi es como hoy ya se encuentra desaparecido el perro de carnicero o "viejo perro de pelea cordobés".



Sebastián Gudiño. 07 de Septiembre del 2017. Córdoba Capital

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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

DOGO ARGENTINO - BRUCELOSE CANINA

COMPARTILHAR MAIS VALORES AO INVÉS DE INTERESES. 



brucelose é uma doença que acomete cães e tem o contato sexual como principal via de transmissão. A ocorrência de aborto e infertilidade são os sintomas mais comuns. É causada por bactérias do gênero Brucella que podem infectar o cão, mas o principal agente é a B. canis. Os cachorros são os principais hospedeiros desta bactéria.

Além do sêmen infectado, as vias de transmissão podem ser: a ingestão ou inalação de aerossóis provenientes de material abortado (feto e placenta), secreções de abortos, urina e materiais contaminados. A porta de entrada mais importante do agente parece ser a mucosa oral, entretanto, é sabido que a infecção pode ocorrer através da mucosa nasal, conjuntival (interior das pálpebras) e genital, pele lesada e por meio da placenta.

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Nas fêmeas, os principais sintomas são: morte embrionária precoce, aborto no terço final da gestação, altas taxas de natimortalidade (fetos expelidos mortos no momento do parto). 

Os machos podem apresentar infertilidade, epididimite, orquite e dermatite escrotal (todas elas inflamações no aparelho reprodutor) como consequência de alterações no sêmen. Também existem relatos de sintomas de uveíte (inflamação intraocular), disco espondilite (alterações nas vértebras), meningite (inflamação nas meninges), glomerulonefrite (infecção nos rins) e dermatite pio granulomatosa (infecção da pele).

O diagnóstico baseia-se no histórico clínico do animal, acompanhado de sorologia (exame específico no soro sanguíneo). O procedimento que confirma a presença da Brucella, uma vez o animal sendo soropositivo (teste sorológico positivo para brucelose), é o isolamento desse agente em secreções orgânicas ou tecidos.

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O tratamento pode ser realizado mediante a utilização de antibióticos indicados especificamente para a doença. Sempre deve ser lembrado que a brucelose é uma zoonose, portanto pode ser transmitida para seres humanos.
O primeiro passo para a prevenção e controle da doença é confirmar a presença da Brucella nos animais do canil ou em seu cão ou cadela. Sempre que houver cruzamento, antes dele acontecer, os dois cães devem ser testados para brucelose. Só devem acasalar se ambos tiverem resultado do exame sorológico negativo. Isso garante que os animais não sejam infectados durante o acasalamento. 

Quando um cão for identificado como positivo no teste sorológico, ele deve ser isolado e tratado até que a infecção seja eliminada. Para tal, devem ser realizados testes a cada quatro meses. A identificação e eliminação dos animais positivos é o único método eficiente de prevenção e controle em canis, pois medidas sanitárias e antibioticoterapia não evitam a transmissão para animais não infectados. 


Caso você opte por tratar um animal soropositivo para brucelose, ele deve ser isolado dos demais durante o tratamento até ser soronegativo (teste sorológico negativo). Consulte seu médico veterinário para saber quais os cuidados e riscos. Não se esqueça que a brucelose pode passar para os seres humanos.
Leia vários outros artigos sobre reprodução.


Profa. Dra. Silvia E. Crusco (CRMV-SP 4313)

Médica Veterinária - especialista em reprodução
www.silviacrusco.com

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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Dogo Argentino - EL DOGO 10 AÑOS DESPUES EN 1974

" Você nunca encontrará respostas pelas perguntas que vc não fez "
OPAIVA


EL DOGO ARGENTINO DIEZ AÑOS DESPUÉS


         Los días 5 de julio de 1964 y 31 de julio de 1973 constituyen fechas claves para nuestra primera raza criolla. En aquel día conocieron oficialmente al Dogo Argentino como una nueva raza.

          Sirvieron para ese reconocimiento la presentación que hice ante las autoridades de ambas instituciones, en mi calidad de entonces Presidente del Club de Criadores de Dogos, pidiendo el reconocimiento de la raza, previo estudio por sus técnicos y científicos. Ambas entidades meritaron los argumentos en que fundé mi presentación, especialmente lo afirmado por el profesor de la universidad de Torino en Italia, Dr, Alfredo Sachetti, quien contratado como profesor full-time por la Universidad de Córdoba, estudió la raza por varias generaciones, y en un artículo aparecido en la revista de la Facultad de Filosofía y Humanidades, año 4to. Nro. 123 titulado “Especies y razas en el orden biológico”, en la pág. 111 afirma “:...Pero todo esto no significa que siempre, para llegar a una cría interesante y útil, se tenga que deformar la naturaleza, es decir, erigir un equilibrio nuevo, sobre la base de un desequilibrio biológico. En algunos casos es posible obtener la formación de nuevas razas estables sobre una armonía natural de caracteres de elección. Con satisfacción puedo citar en ese sentido el ejemplo brillante de una nueva raza canina creada en el país, la República Argentina, que presenta al mismo tiempo las dos calidades fundamentales: la estabilidad tipobiológica y la fuerza genética, se debe esta conquista al doctor Antonio Nores Martínez. “



         Esta opinión de un eminente profesor de genética fue sin duda lo que determinó a nuestras instituciones madres de la cinefilia argentina a darle el espaldarazo a la raza.

         La otra fecha, 31 de julio del año pasado, es también clave porque ese día la Federación Cinológica Mundial,con sede en Bruselas, Bélgica, reconoció con carácter universal a la nueva raza, el Dogo Argentino, y desde entonces es aceptada en las exposiciones del viejo mundo. Es así como hemos podido enterarnos con satisfacción –como lo destacó esta revista hace algunos meses- que la doga Pampa del Chubut que enviáramos junto con el macho Toro del Chubut a Alemania, a pedido del conocido cinófilo, publicista y juez internacional Dr. Eric Schneider Leyer, obtuvo el preciado título de Camoeona Mundial.



         Con la aparición de mi libro El Dogo Argentino y la publicación del Satandard de la raza y su interpretación, se aclaró definitivamente el panorama para los depertistas entusiastas del Dogo. La continua presentación en exposiciones caninas  de todas las razas y especializadas del Dogo, ha traído un gran beneficio en cuanto a la homogeneidad de los ejemplares.

         Hoy se ha formado ya una conciencia entre los aficionados respecto a las proporciones físicas del Dogo y basta asistir a una muestra y estudiar los ejemplares expuestos para comprobar como el Dogo actual se va identificando con el Standard.

         Ya no pueden ganar ejemplares con físico deficiente, sin buena y típica cabeza “convexo-cóncava”, con menor altura de los sesenta centímetros que fija el estandard, con peso inferior al estipulado, etc. Recuerdo entre otros de los últimos ejemplares sobresalientes que he visto en estas últimas exposiciones a Tilcara, el Dogo que adorna la tapa de esta revista, propiedad del aficionado Aldo Vadino(¿), cachorro de una tipicidad extraordinaria, en quien han coincidido todos los jueces que lo juzgaron, a pesar de ser tan joven y recién iniciado en la, a veces ingrata pere siempre subyugante emoción de un ring de juzgamiento. Tilcara es hijo de Facundo del Chubut, del Dr. Podestá y de Mahuida del Chubut, una de las madres del criadero “De Tandil”.



         En estos diez años transcurridos desde el reconocimiento oficial de la raza en Argentina y países limítrofes, nos ha sido dado constatar la cantidad de nuevos entusiastas de la raza y los progresos  que en cada muestra de estructura se exterioriza en el afán de superación de los criadores. La lógica emulación que significan los premios, el C.A.C. y los títulos de Campeón, han incidido favorablemente en el mejoramiento físico de la raza.

         Me he referido al progreso físico para hacer una buena diferencia del otro progreso, que como yo...un poco padre del Dogo Argentino, desearía constatar siempre, y es el de sus condiciones de valor, coraje para la lucha, entusiasmo para la caza, buen guardián de nuestros hogares y dócil amigo de los niños, a quienes un Dogo jamás debe gruñir siquiera, por mayores que sean las crueldades que en su inocencia suelen a veces hacerlos víctimas.

         Cabe destacar la satisfacción con que he constatado que muchos criadores ponen su empeño en mantener y acrecentar esas cualidades. Hace poco hemos podido asistir en la localidad de Tortuguitas a una demostración de “gimnasia funcional” de los Dogos, que nos emocionó. Fuimos invitados a una auténtica fiesta doguera donde hicieron luchas de entrenamiento un buen número de ejemplares de todas las edades, con distintos jabalís, habiéndose comportado todos los Dogos sin excepción en forma tal, que hicieron honor a sus antecesores. Hay muchos dogueros que llevan sus Dogos al campo y los hacen cazar de continuo, lo que constituye un gran complemento para el mejoramiento de la raza, ya que de poco valdría ciar hermosos ejemplares de exposición si en el correr de las generaciones éstas van perdiendo sus cualidades morales de valor legendario, tenacidad, olfato etc., que hacen de nuestro Dogo el más completo perro de caza mayor.



         Hace pocos días he tenido la satisfacción de recibir cartas con fotografías desde Estados Unidos, del señor Héctor Días, de Miami, donde sus Dogos están cazando y en plena lucha con jabalís en los pantanos de Florida y otras desde Tokio, Japón, donde los Dogos de un aficionado japonés están cazando jabalís en Okaido. También en varios países de Europa los Dogos que allí viven y procrean están siendo sometidos a continua gimnasia de cacerías, que unida a la buena “herencia ancestral”, es decir, al buen pedigree, son la garantía para que en el extranjero la raza no se nos convierta en perros solamente de exposición. Por mi parte, en la cordillera austral, en las montañas de Chubut, tengo mis Dogos en continuo trabajo de campo y voy notando cómo en cada generación se van acrecentando sus cualidades cazadoras. No obstante que siga siendo verdad aquello de que “cualquier tiempo pasado fue mejor”, ya no podrán asegurar que nuestros Dogos actuales tengan menos valor que nuestro legendario Añá, o sean menos cazadores que mi viejo Kob de las Pampas o el heroico Day de Trevelín, y hasta me atrevería a afirmar que noto un mayor empeño en la lucha contra las alimañas en algunos Dogos de esta décima generación con respecto a aquellos que iniciamos como “Registro Genealógico Base”, los actuales pedigrees de nuestra Federación Cinológica.



         En resumen y para terminar estas líneas, estos diez años transcurridos desde el reconocimiento oficial de la raza han sido de mucho beneficio, y ello se debe  sin duda al empeño y hasta sacrificios de muchos nuevos criadores diseminados a lo largo y ancho del país, que ponen tanto empeño en el mejoramiento de la raza. Citar nombres sería correr el riesgo de injustas omisiones. Para todos ellos el emocionado agradecimiento que les habría hecho llegar mi querido y para siempre recordado hermano Antonio, forjador de la raza.


                            Por Dr. Agustín Nores Martínez
                            Transcripción de nota publicada

                            En la Revista Canina. Año 1974



BRAVURA DEL AYAR 

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sábado, 26 de agosto de 2017

DOGO ARGENTINO - Apresentação Oficial da Raça em 1947

" Muitas vezes o que as pessoas querem é alguém que as protejam daquilo que elas tem medo de saber "
                                                                                                      opaiva



REVISTA DIANA No 94 ( Octobre 1947 )


SEÑORES:

El Centro de Cazadores de Buenos Aires me ha hecho el honor inmerecido de brindarme su hospitalidad y esta su tribuna prestigiosa; la acepto complacido en la convicción de que la benevolencia en el juicio ha de suplir la escasez del merecimiento personal. Lógico corolario de la cordialidad que se me dispensa, la que interpreto como un índice de la elevada jerarquía espiritual de este ambiente.

            A la Honorable Comisión Directiva, así como a su digno Presidente, mi profundo reconocimiento por la distinción, con la gratitud que nobleza obliga.

            Señores: Ninguna especie de la creación ha sufrido tanto las consecuencias de las Leyes de la Evolución como la especie canina. Su fidelidad al hombre desde la prehistoria hasta nuestros días le ha hecho adquirir una admirable facultad de adaptación a los cambios ambientales y geográficos, creados por las necesidades que la lucha por la vida impuso a su amo, cuando no por las grandes conmociones geológicas o bien en virtud del propio capricho humano.

            ¿Quién no ha observado la enorme diferencia morfológica que existe entre un corpulento perro de raza Gran Danés y el diminuto Pekín? ¿Entre el esbelto y aristócrata Irish Wolf Hound y el acondroplástico Dachohund, entre el hermoso pelaje de un Setter o un Collie y la piel desnuda de un Pila?



            ¿No hay acaso más diferencia en la morfología de las razas que acabamos de comparar que entre las que existen y distinguen un león de un tigre, una llama de un guanaco, o entre un antropoide y un ser humano de raza primitiva?

            ¿A qué se debe que entre dos ejemplares de una misma especie y sólo en esta especie de la extensa escalera zoológica, pueda haber diferencias tan grandes que superan a las que separan especies distintas?

            Sólo hay, señores, una respuesta a este interrogante. Se debe a esa magnífica facultad de adaptación que tiene la especie canina, adquirida siguiendo a su amo, a lo largo de todas las edades de la historia por todos los senderos del planeta, y a la intemperie de todos los climas de la Tierra, para servir con igual abnegación a un amo de todas las razas, de todos los caracteres y de todas las culturas.



            Porque, señores, la historia enseña que allá en la noche de los siglos, allá en los umbrales de la prehistoria, donde apareció el primer sendero y la primera planta del pie humano, allí mismo, entonces como ahora, junto a esa huella estaba la de su noble y fiel amigo. El compañero de siempre...., en la alegría y en el dolor, en la miseria y en la opulencia, en la ilusión y en la desesperanza, en la cuna y en la tumba, en la vida y en la muerte... estaba el perro, el único ser tan noble, que es capaz de lamer la herida del amo antes que la suya propia y rendirle con gusto su vida, el único capaz de besar, tanto su mano cuando lo acaricia...como su látigo cuando lo fustiga.

            Yo veo, señores, en todo esto, algo más que una simple realización del instinto...; yo veo esbozarse en su psicogénesis el sentimiento superior. Yo veo en el primer gesto algo de caridad y mucho de abnegación; en el segundo, mucho de gratitud, y en el tercero... el gesto sublime del perdón.



            Esa magnífica adaptabilidad, decía, de la especie canina a los cambios ambientales o paratípicos, ya sea en el psiquismo o en la morfología, siguiendo los caminos biológicos de la evolución, o bien el opuesto de la involución, es lo que ha permitido el desarrollo del inmenso número de razas y variedades caninas que conocemos hoy, unas fijadas en selección natural, las otras por el hombre, ya fuera con fines prácticos o para adorno y compañía, cuando no por capricho y hasta se podría decir para alguna de ellas, por una evidente aberración del buen gusto humano. Pero todas por igual siempre con idéntica fidelidad, al servicio del amo y señor más tirano que conoce la creación El Hombre, al que sirven con igual sumisión tanto el de aristocrático pedigrée, como el humilde hijo de nadie.

            Aprovechando esta fácil adaptación de la especie y esa ductilidad a la selección humana, me propuse hace más de veinte años fijar una nueva raza de perros que reuniera las condiciones necesarias para ser el perro útil para la caza mayor en nuestro país. Porque en nuestros bosques impenetrables y vírgenes, las condiciones de la caza son muy diferentes a las que se realizan en los cotos de caza de Europa, lugar en donde fueron seleccionadas las razas que importamos para estos usos. Aquí cazamos en montes abiertos de inmensas extensiones, donde a veces hay que recorrer los senderos arrastrados cuerpo en tierra, y la tropa de jabalíes, sean autóctonos o importados, o bien el puma o el tapir, cuando han oído la vecindad de la jauría, si no fueran apresados en el momento del encuentro con ésta, inútil pretender atraparlos nuevamente donde hay miles de hectáreas de por medio. Todo intento del cazador y de los perros son en vano.



            Entonces, ¿qué cualidades debe tener el perro para esta clase de caza? En primer lugar debe ser un perro que bata el monte en silencio y que sólo se haga oír sobre la presa, porque cuando haga la de los Fox-Hound o lo de las otras razas de montería, que empiezan a aullar cuando encuentran el rastro, el cazador que lo sigue puede estar seguro que no cobrará ninguna pieza, porque el aullido de la jauría pone sobre aviso a los animales, los que huyen a muchas leguas de distancia.

            En segundo lugar debe ser un perro de buen olfato, pero que ventee arriba, como el Ponter, y no sobre el rastro, porque en la caza del puma, por ejemplo, éste, para engañar a los perros, hace círculos al huir y vuelve sobre su propio rastro; otras veces trepa a un árbol, el molle por lo común y salta a la distancia, o bien franquea de un salto un precipicio, dejando a los perros que lo siguen por su huella, remolineando confundidos; en cambio, cuando el perro sigue al animal venteando, no hay posibilidad de que lo engañe, y la treta conocida del pecarí, de separarse de la tropa, quedándose escondido entre las matas mientras la jauría perdigue a los que huyen, resulta inútil si el perro ventea al animal. Por esta razón es común oír a la gente del campo donde hay pumas que el mejor perro leonero es el Pointer o su mestizo, porque lo encuentra enseguida y lo empaca y el cazador puede darle el tiro de gracia.


Foto Histórica con mi amigo Lito Fernandez

            En tercer lugar, debe ser un perro ágil, más de lucha que de velocidad, porque al jabalí, al puma o al pecarí lo alcanza cualquier perro que no sea muy pesado.

            Y por último debe ser valiente por sobre todas las cosas. Al encontrar al puma o al chancho, debe hacer presa aunque éste le hiera y ser capaz de sujetarle solo, hasta que lleguen los otros perros o el cazador, y si estos no llegan, debe ser capaz de matarlo él solo, porque en nuestras cacerías, dada la extensión de este país, no es posible viajar cientos de kilómetros llevando jaurías de veinte o cincuenta perros. Esto ni es práctico ni es cómodo para nosotros.



            Esta cualidad del valor la considero fundamental, porque aquí donde los montes no son cultivados, no se puede seguir a caballo la jauría, porque apenas si se puede entrar a pie, no sacamos nada con que los perros empaquen los animales lejos de nosotros, si es imposible llegar a ultimarlos; lo práctico es que al encontrarlos lo “estiren”, como decimos los provincianos, es decir, que hagan presa de inmediato.

            En cuanto a la “talla” del perro, como los senderos de nuestros montes son muy bajos, resultan más prácticos los perros de talla media, pero como en la selección de las razas hay que elegir los ejemplares más fuertes, conviene para la cría elegir los de mayor talla y peso, porque criados en el campo, por exceso de trabajo y mala alimentación, siempre se reducen de tamaño; esta es la razón del dicho criollo “La talla entra por la boca”.



            La cualidad del valor es indispensable también para el perro de guardia, que es la otra finalidad del Dog Argentino. Hay la creencia generalizada de que el perro de guardia es el que ladra o es capaz de morder a un desconocido. Con este concepto los perros de todas las razas son buenos guardianes. Pero a mi juicio, el perro de guardia ha de ser algo más que todo eso: debe ser capaz de hacerse matar haciendo presa, en defensa de su amo o de su casa. De nada vale como guardián el perro que ataca a un intruso, si al primer garrotazo o la primera herida de puñal abandona su presa a los gritos; tal animal no presenta ninguna seguridad para su dueño ni merece, en mi concepto, el honroso nombre de perro de guardia.

            He trazado las líneas generales que me propuse obtener en el Dogo Argentino, y que ustedes conocen a través de la prestigios revista DIANA, de este Centro. Si lo he conseguido o no, ya pertenece al juicio de la afición al viril deporte de la caza, y a los canófilos, porque yo, como parte, estoy comprendido en las generales de la ley.



            En esta misma adaptabilidad de la especie canina a los medios ambientales a que me he referido, reside la mutabilidad de los caracteres de las distintas razas, por lo que es indispensable tener presente en la cría, junto con los caracteres somáticos de un standard fijo, la educación orientada hacia el objetivo propuesto, es decir, tener presente la fórmula clave del mejoramiento de las razas caninas, enunciadas por un distinguido consocio, y que se expresa en la siguiente fórmula: P. Por M. Más E., lo que significa: Padre por Madre más Educación; que en el lenguaje genético se traduce por: Herencia más Educación y Ambiente, o sea, Genotipo más Paratipo.

            Esta vigilancia, señores, es, es indispensables en todas las razas por una razón de biología general, porque en biología el dinamismo es la vida; la inercia es la muerte. Las especies y las razas que no mejoran, desmejoran; las que no evolucionan, involucionan, pero involucionar es retrogradar, es desandar el camino recorrido en el transcurso de las generaciones, es sinónimo de degenerar, porque es perder cualidades adquiridas para el fin propuesto.
            


         Y para terminar, os pido disculpas, señores, si puse un poco de pasión en mis palabras, pero a manera de explicación quiero recordarles que al propulsor de una idea se le puede tolerar que se embandere de ella, porque la pasión es el motor, es la fuerza propulsiva de las ideas, las ideas que nacen sin pasión nacen muertas. Por eso la historia de la humanidad es la historia de la pasión humana, la biografía de sus grandes figuras es también la apología de sus grandes pasiones.
            
He terminado



Dr. Antonio Nores Martinez



BRAVURA DEL AYAR 
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